Tag: Supremo Tribunal Federal (STF)

  • Trump diz que EUA e Irã tiveram reunião de 3 horas na ONU

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (22) que autoridades norte-americanas se reuniram por três horas com a delegação do Irã, na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

    De acordo com Trump, a conversa foi “muito boa” e existe a perspectiva de que as duas nações alcancem um acordo.

    O diálogo bilateral influenciou o mercado de energia e pressionou o petróleo Brent, que fechou em queda de 1,09%, a US$ 99,25 o barril na ICE, em Londres. Foi o quinto pregão consecutivo de desvalorização da commodity, que perdeu o patamar de US$ 100.

    No mercado financeiro brasileiro, a sinalização de avanço nas tratativas impulsionou o Ibovespa, que registrou máxima de 187.249,23 pontos com alta de 0,35%.

    Com informações de Money Times.

  • Trump afirma que EUA e Irã tiveram reunião de 3 horas na ONU

    Autoridades dos Estados Unidos e do Irã se reuniram durante três horas nesta terça-feira (22), em Nova York, durante a Assembleia Geral da ONU. O presidente norte-americano, Donald Trump, classificou a conversa como “muito boa”.

    Trump afirmou a jornalistas que representantes dos dois governos conversaram durante o dia e declarou acreditar que um entendimento bilateral será alcançado.

    A perspectiva de avanço diplomático pesou sobre o mercado de energia. O contrato do petróleo Brent para novembro recuou 1,09% na Intercontinental Exchange, em Londres, e terminou cotado a US$ 99,25 o barril, na quinta sessão consecutiva de perdas.

    Com informações de Money Times.

  • Trump afirma que EUA e Irã tiveram reunião de três horas na ONU

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (22) que autoridades do governo norte-americano realizaram uma reunião de três horas com a delegação do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU).

    Trump disse a jornalistas que a conversa foi “muito boa” e declarou acreditar que um acordo entre as duas nações será alcançado. O encontro ocorreu à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

    O avanço nas tratativas diplomáticas pressionou o mercado de energia e levou o petróleo ao quinto dia consecutivo de baixa. O contrato do petróleo tipo Brent para novembro recuou 1,09% e encerrou a US$ 99,25 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, perdendo o patamar de US$ 100.

    O cenário de negociações também repercutiu no mercado financeiro brasileiro. O Ibovespa passou a subir e atingiu a máxima de 187.249,23 pontos, com avanço de 0,35%, em um dia de queda do dólar.

    Com informações de Money Times.

  • Trump afirma que EUA e Irã tiveram reunião de três horas na ONU

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (22) que autoridades norte-americanas se reuniram por três horas com uma delegação do Irã na sede da ONU, em Nova York.

    Trump classificou o diálogo como “muito boa” e declarou confiar que os dois países vão alcançar um acordo.

    O aceno diplomático influenciou os mercados globais de energia. Na Intercontinental Exchange, em Londres, o contrato do petróleo Brent para novembro recuou 1,09% e fechou a US$ 99,25 o barril, na quinta sessão consecutiva em queda.

    Com informações de Money Times.

  • Trump cita reunião com Irã na ONU e prevê acordo entre os países

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (22) que autoridades norte-americanas se reuniram durante três horas com uma delegação do Irã e indicou otimismo sobre um futuro acordo entre os dois países.

    A declaração foi dada a repórteres durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Trump qualificou a reunião como “muito boa” e declarou acreditar que Washington e Teerã vão alcançar um entendimento bilateral.

    A sinalização de diálogo repercutiu no mercado de energia e levou o petróleo Brent a fechar em queda pela quinta sessão seguida. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o contrato para novembro recuou 1,09%, cotado a US$ 99,25 o barril.

    Com informações de Money Times.

  • Petróleo Brent fecha em queda de 1,09% e perde patamar de US$ 100

    O petróleo Brent fechou em queda de 1,09% nesta terça-feira (22), negociado a US$ 99,25 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. O recuo marcou a quinta sessão consecutiva de perdas da commodity, que perdeu o patamar de US$ 100.

    A desvalorização do contrato para novembro refletiu as negociações entre Estados Unidos e Irã realizadas à margem da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

    O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que autoridades dos Estados Unidos mantiveram uma reunião de três horas com a delegação iraniana nesta terça-feira e declarou acreditar no alcance de um acordo entre os dois países.

    Com informações de Money Times.

  • Trump cita reunião de 3 horas com Irã e petróleo cai a US$ 99

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (22) que representantes norte-americanos tiveram uma reunião de três horas com a delegação iraniana nas Nações Unidas, com expectativa de alcançar um acordo bilateral.

    A conversa ocorreu nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Trump declarou a jornalistas que o diálogo foi “muito boa”, após ter indicado mais cedo a realização de contatos diretos entre os dois governos.

    O avanço diplomático pressionou as cotações de energia e levou o petróleo a perder o patamar de US$ 100. O contrato do Brent para novembro recuou 1,09% na Intercontinental Exchange, em Londres, fechando a US$ 99,25 por barril no quinto dia seguido de baixa.

    Com informações de Money Times.

  • Dino prevê liberar julgamento sobre emendas após eleições

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (22) que deve liberar para julgamento as ações sobre a impositividade das emendas parlamentares após as eleições.

    Dino é o relator de três processos que contestam a regra de execução obrigatória das transferências pelo Poder Executivo. O ministro também conduz uma quarta ação, que pede maior responsabilização dos parlamentares diante de eventuais irregularidades.

    Durante audiência pública no STF, o magistrado destacou que o sistema ganhou transparência e rastreabilidade na comparação com 2022, mas defendeu melhorias na eficiência e na economicidade da aplicação dos recursos diante da escassez do Orçamento.

    Com informações de Jornal de Brasília.

  • Aires Mota critica pauta contra STF e vê chance de Lula no 1º turno

    O candidato ao Senado por Rondônia Aires Mota (PV) criticou o uso do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal como plataforma eleitoral e projetou chances de vitória do presidente Lula no primeiro turno.

    Em entrevista ao podcast Resenha Política, Mota classificou a pressão por cassações na Corte como uma “pauta burra” por não gerar benefícios para o estado. Ele afirmou que prioridades como saúde e infraestrutura devem nortear o mandato parlamentar.

    O postulante declarou que analisará eventuais pedidos de destituição com base em critérios técnicos e jurídicos caso a matéria chegue ao plenário do Senado, sem descartar voto favorável se houver fundamento legal.

    Ao comentar o cenário nacional, Mota apontou que a divisão de candidaturas no campo da direita pode favorecer a reeleição de Lula logo na primeira etapa da votação. Ele também criticou a polarização e disse que o eleitorado não deve decidir “pela força do ódio”.

    Com informações de Rondônia Dinâmica (RO).

  • STF debate ensino de direito constitucional em audiência na UFPR

    O Centro de Estudos Constitucionais do Supremo Tribunal Federal realizou nesta segunda-feira (21) audiência acadêmica na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, para debater a modernização do ensino do direito constitucional nas faculdades brasileiras.

    O encontro integra um ciclo regional promovido pelo Edital CESTF 03/2025. A iniciativa reúne professores, pesquisadores e entidades civis para avaliar impactos da tecnologia, questões ambientais, desigualdades e mudanças democráticas na formação jurídica de graduação.

    As contribuições apresentadas serão consolidadas em relatório preliminar para análise em audiência final em Brasília antes da divulgação oficial. O projeto já passou por faculdades em Recife, Belo Horizonte e Belém.

    Com informações de Noticias STF.